Taxa básica reduzida de 3% para 2,25% ao ano facilita compra de imóvel

Muitas são vantagens de adquirir um imóvel, não é mesmo? Uma delas é sua constante valorização, uma vez que de acordo com levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) existe um déficit habitacional no Brasil de 7,78 milhões de residências e, considerando o aumento da população, concluímos que existe uma grande demanda por moradias.

Outra grande vantagem é a obtenção de uma renda extra, no caso de você optar por alugar o imóvel. Afinal, podemos contar esta renda mensal como um ‘salário extra’, que ajuda a cobrir as despesas com o imóvel e ainda pode sobrar para aplicar em um bom investimento.

A boa notícia é que as chances para você adquirir seu imóvel aumentaram, visto que diante do cenário econômico que se apresenta, dado à pandemia do Coronavírus, o Copom – Comitê de Política Monetária, órgão do Banco Central (BC), cortou a taxa básica de juros, Selic, em 0,75%, reduzindo-a de 3% para 2,25% ao ano.

Em comunicado, o BC afirmou que em suas reuniões o Copom tem avaliado os impactos da pandemia e várias medidas de incentivo ao crédito têm sido tomadas, o que pode resultar em mais um eventual ajuste futuro.

A nova taxa já está valendo desde segunda-feira, 22 de junho, e alguns bancos já estão oferecendo benefícios como empréstimos e financiamento a veículos e imóveis com os juros das parcelas reduzidos, uma excelente oportunidade para você adquirir um imóvel, não é mesmo?

O Banco do Brasil (BB) divulgou que vai reduzir para as pessoas físicas os juros do financiamento a veículos, tanto para a compra de novos como seminovos, a 0,48% por mês, frente aos 0,54% que vinha sendo praticado. Já para o crédito concedido com garantia de um imóvel, o chamado ‘home equity’, a partir de 0,82% e de 0,77% ao mês (anteriormente 0,88% e 0,83%).

Quanto aos empréstimos não consignados, estes também terão suas taxas reduzidas, e serão oferecidas a 2,81% ao mês, dependendo do relacionamento que o banco tem com o cliente.

Para as pessoas jurídicas, o BB também oferecerá juros menores no crédito rotativo, capital de giro e nas modalidades de recebíveis.

O Bradesco também anunciou que reduzirá as taxas de juros de suas principais linhas de crédito, acompanhando a decisão do Copom. Para as pessoas físicas, esta redução vai ser oferecida para o financiamento de veículos, crédito pessoal e cheque especial.

Já as pessoas jurídicas terão este benefício da redução de juros no financiamento de veículos, cheque empresarial e linhas de capital de giro.

Outro banco que já afirmou que vai aplicar esta redução nas taxas de juros, anunciada pelo Copom, é o Itaú Unibanco, que vai repassar integralmente o corte de 0,75% para suas linhas de crédito, e também vai variar de acordo com o relacionamento com o cliente.

O Itaú divulgou, ainda, que vai continuar com o Programa Travessia, lançado em meio à crise da pandemia, que já beneficiou cerca de 1,8 milhão de pessoas físicas e, aproximadamente, 200 mil pessoas jurídicas a se estruturarem financeiramente nas questões de endividamento.

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