Confira as novas regras para financiamento imobiliário no país por conta da pandemia

Você sabia que devido à pandemia do Coronavírus, a Caixa Econômica Federal adotou novas medidas de estímulo ao mercado de crédito imobiliário? Boa medida, não é mesmo?

A carência para os financiamentos, inclusive novos, a renegociação das dívidas e o aumento do tempo de pausa nos contratos, tanto para pessoas físicas como para as jurídicas, são algumas delas.  

O objetivo dessas medidas, segundo Pedro Guimarães, presidente da Caixa, é trazer benefícios para mais de cinco milhões de famílias e preservar mais de um milhão de empregos, tendo em vista que o compromisso das construtoras é não demitir funcionários ao renegociar os contratos.

Uma boa opção, que está dentro das novas regras, é de pausar por 90 dias o financiamento habitacional, para clientes adimplentes ou aqueles que estão com até duas parcelas em atraso. E para aqueles que já pediram prorrogação por mais dois meses a medida será ampliada automaticamente para mais três meses.

Para as pessoas que utilizam o FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para pagar as parcelas do financiamento, será possível pedir a paralisação no pagamento, também por 90 dias, da parte das prestações que não é coberta pelo FGTS ou manter o pagamento das parcelas com redução no valor durante o mesmo período.

A Caixa está oferecendo, também, 180 dias de carência para os contratos de financiamento de imóveis novos. Para aqueles que utilizam o financiamento para construir será permitida a liberação antecipada de até duas parcelas.

Para as pessoas físicas, a Caixa poderá antecipar até 20% dos recursos do financiamento para construções que ainda não foram iniciadas e, também, a antecipação de recursos correspondentes por até três meses, limitado a 10% do custo financeiro, para obras que estão em andamento, mas sem atraso.

Quanto às empresas, os contratos de financiamento para produções também podem ser suspendidos por 90 dias para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso, incluindo os contratos em obra. Ainda nesse prazo, existe a possibilidade de realizar o pagamento de parte da prestação do financiamento.

Outra boa notícia é que será permitida a prorrogação do início das obras ou da carência por até 180 dias, no caso de projetos concluídos e em fase de amortização ou a reformulação do cronograma da obra nos casos de interrupções decorrentes da crise devido à pandemia.

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